EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA VARA DA
FAZENDA PÚBLICA DA COMARCA DE______________________
(Conforme art. 319, I, NCPC e organização judiciária da UF)
Com pedido
de benefício da Gratuidade da Justiça
NOME
COMPLETO DA PARTE AUTORA, nacionalidade, estado civil (ou a existência de união
estável), profissão, portador da carteira de identidade nº xxxx, inscrita no
CPF/MF sob o nº xxx, endereço eletrônico, residente e domiciliado na xxxx
(endereço completo), por seu advogado abaixo subscrito, conforme procuração
anexa, com endereço profissional (completo), para fins do art. 106, I, do Novo
Código de Processo Civil, vem a este Juízo, com fulcro no CDC (Lei 8.078/90), na Lei 9.099/95 e no
art. 5a., XXXV da CF/88, propor
a presente:
AÇÃO ORDINÁRIA DE OBRIGAÇÃO DE FAZER,
COM PEDIDO DE TUTELA PROVISÓRIA DE
URGÊNCIA - INAUDITA ALTERA PARTE – nos termos do art. 300 do NCPC
pelo rito comum, em face do ESTADO
DE _______________, pessoa jurídica de direito público interno, com sede
nesta capital, endereço eletrônico, pelas razões de fato e de direito que passa
a expor:
DAS CONSIDERAÇÕES INICIAIS
- DO REQUERIMENTO DOS BENEFÍCIOS DA
GRATUIDADE DA JUSTIÇA
Requer
a Autora a Vossa Excelência os
benefícios da gratuidade da Justiça, nos
termos da Lei n. 1060/50, do art. 5º, caput e incisos XXXIV, LXXIV, LXXVI e
LXXVII da CF,bem como dos arts.
98 e ss. do NCPCpor não dispor de condições de arcar com as custas
processuais sem prejudicar o orçamento familiar, conforme declaração de pobreza
que segue junto a esta (doc. __).
Ressalte-se
que o benefício da gratuidade da justiça é direito conferido a quem não tem recursos
financeiros de obter a prestação jurisdicional do Estado, sem arcar com os ônus
processuais correspondentes. Trata-se de mais uma manifestação do princípio da
isonomia ou igualdade jurídica (CF, Art. 5º, caput), pelo qual todos devem
receber o mesmo tratamento perante a lei, sem distinção de qualquer natureza.
Assim,
requer a Autora que Vossa Excelência defira o presente
pedido de gratuidade com base e fundamento nas normas legais acima
elencadas, por ser questão de direito e de justiça.
DOS FATOS
A medida
judicial ora impetrada visa a proteger direito inconteste do USUÁRIO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - SUS, consubstanciando-se na utilização
de assistência médico-hospitalar e auxiliares de diagnóstico e terapia, sendo a
saúde de relevância pública e de responsabilidade do Estado.
A Autora, atualmente com
__ anos de idade, foi socorrida por seus familiares sendo levada para o
Hospital _______________, onde chegou inconsciente, foi na oportunidade
entubada, estando em respirador mecânico, necessitando ser transferida com URGÊNCIA
UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVA – UTI.
A paciente tem o número de
prontuário ____________ ,
atendida por Dr. _______________
CRM (_________), no prontuário o médico declara que a autora foi
encontrada inconsciente em casa e socorrida por vizinhos. No atendimento
inicial o médico acima citado descreve como sendo o quadro clinico da paciente
como grave, encontrando-se a mesma em estado de com. A Autora necessita ser encaminhado com
urgência para Unidade Terapia Intensiva devido à gravidade do seu estado de
saúde, conforme transcrição do atestado médico abaixo (doc. __):
Laudo
Médico
A paciente _______________foi
atendida às ____h do dia __ de ____________de
20__ por Dr. ______________(CRM ____) NO _______________, (...)reflexo
de (...) sido encontrada por vizinhos desacordada em sua residência.
Já no atendimento inicial, o colega descreve o
quadro clínico como grave, encontrando-se a paciente em coma.
Frequência cardíaca: (...) 90
Pressao Arterial: 16 x90 Escala de Glosgow: 4 pupilas fixas emidriasticas.
Procedeu-se a
intubação oro-traqueal e o paciente sob
ventilação mecânica.
Realizando
contato com a central de leito para a transferência para hospital de maior complexidade
(NECESSIDADDE DE UTI E TOMOGRÁFIA DO CRÂNIO).
(...)
_______________, __/__/20__
Dr.
_______________
CRM_______________
Esclarece-se a filha da
Autora ao buscar vaga DE UTI solicitada pelo médico assistente foi surpreendida
ao ser informada que não havia vagas, não lhe restando outra alternativasenão a
de pedir a proteção jurisdicional. A paciente segundo laudo médico apresenta um
quadro de coma profundo.
O estado grave da
paciente, ora autora, que no momento necessita INTERNAMENTO EM UTI, como meio de resguardar a sua vida com
dignidade. Éo momento que mais precisa,
e a falta de serviço por parte do Estado não tira deste a responsabilidade de
providenciar imediatamente um leito conforme indicação médica, seja na rede
pública ou particular. De modo que a vida seja de fato observada como bem
maior, e que não pode vir a falência pela omissão do Estado em tratar a saúde
com responsabilidade.
Conforme relatado pelo
médico assistente no laudo anexo, o paciente tem a premente necessidade
de ser internado em UTI, e caso não seja viabilizado o leito, a paciente poderá
vir a óbito, o exame clínico foi verificado
Glosgow: 4 pupilas quadro que indica coma profundo que se aproxima de
morte encefálica.
Desta forma, faz-se
absolutamente necessária o internamento
em UTI para a autora, visto o quadro grave que acomete a Autora, sendo
fundamental para sua recuperação, para poder ser realizada a cirurgia, conforme
prescrito pelo médico assistente.
Ressalte-se que a
solicitação do internamento em UTI já foi devidamente encaminhada, para a central de Leito, porém não foi
concretizada por IRRESPONSABILIDADE DO ESTADO DE _______________, QUE
NÃO PROVIDENCIOU O LEITO DE UTI. Desta forma, a autora está, COM SÉRIOS RISCOS
DE MORRER.
Diante da gravidade do seu quadro
clínico, a Autora recorre ao Poder Judiciário, no sentido de que a Réu seja
compelido a TRANSFERI-LO PARA A UNIDADE TRATAMENTO
INTENSIVO – UTI EM HOSPITAL PÚBLICO OU PARTICULAR CONVENIADO QUE POSSA SUPORTAR
A GRAVIDADE DO SEU QUADRO, no
intuito de que sua VIDA
possa ser salva, com ÔNUS PARA O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE.
DO DIREITO
A Constituição da
República Federativa do Brasil assegura a todos o direito à saúde, como
dispõe em seus arts. 196 e 197.
Dessas normas
explicitadas, subsume-se facilmente ser a prestação de serviços de saúde,
uma atividade essencial. Assim sendo, eventual solução de continuidade ou
interrupção da execução em caso específico, deverá atender a critérios
puramente técnicos, nas circunstâncias, o profissional qualificado para tal
análise é o médico que cuida da paciente.
É público e notório que o
serviço de saúde do Estado de _______________, está funcionando
precariamente, sem condições de atender à demanda da população usuária desse
serviço, colocando em risco suas VIDAS, principalmente, pelo fato de que NÃO EXISTEM VAGAS SUFICIENTES PARA
PACIENTES QUE NECESSITEM DE INTERNAMENTOS EM REGIME DE UTIS.
- A EFETIVIDADE DAS NORMAS CONSTITUCIONAIS
Felizmente,
têm sido refutados pela melhor doutrina tanto o argumento de que as normas
constitucionais de caráter programático não teriam aplicabilidade imediata, se
limitando a meras recomendações a serem cumpridas quando da elaboração de lei
pertinente, quanto aquele que inclui entre tais normas o direito à saúde,
direito social.
A aplicação imediata das
referidas normas constitucionais já é pacífica na jurisprudência pátria,
conforme se depreende das decisões proferidas pelo E. Supremo Tribunal Federal,
que o Autor pede vênia para transcrever abaixo:
“EMENTA: DIREITO À SAÚDE.
ART. 196 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. ACÓRDÃO RECORRIDO QUE PERMITIU A INTERNAÇÃO
HOSPITALAR NA MODALIDADE “DIFERENÇA DE CLASSE”, EM RAZÃO DAS CONDIÇÕES PESSOAIS
DO DOENTE QUE NECESSITAVA DE QUARTO PRIVATIVO. PAGAMENTO DA DIFERENÇA DE CUSTO
DOS SERVIÇOS. RESOLUÇÃO 283/91 DO EXTINTO INAMPS. O art. 196 da Constituição Federal
estabelece como dever do Estado a prestação de assistência à saúde e garante o
acesso universal e igualitário do cidadão aos serviços e ações para sua
promoção, proteção e recuperação. O
direito à saúde, como está assegurado na carta, não deve sofrer embaraços
impostos por autoridades administrativas, no sentido de reduzi-lo ou de
dificultar o acesso a ele. (...)” (grifo nosso) (STF, RE
226835-RS/1999, Min. Ilmar Galvão)
“EMENTA: PACIENTE COM
HIV/AIDS – PESSOA DESTITUÍDA DE RECURSOS FINANCEIROS – DIREITO À VIDA –
FORNECIMENTO GRATUITO DE MEDICAMENTOS – DEVER CONSTITUCIONAL DO PODER PÚBLICO
(CF arts. 5º, caput, e 196) – PRECEDENTES (STF) – RECURSO DE AGRAVO IMPROVIDO. O direito à saúde representa
conseqüência constitucional indissociável do direito à vida. O direito
público subjetivo à saúde representa prerrogativa jurídica indisponível
assegurada à generalidade das pessoas pela própria Constituição da República
(art. 196). Traduz bem jurídico constitucionalmente tutelado, por cuja
integridade deve velar, de maneira responsável, o Poder Público, a quem incumbe
formular – e implementar – políticas sociais e econômicas idôneas que visem
garantir, aos cidadãos, inclusive àqueles portadores do vírus HIV, o acesso
universal e igualitário à assistência farmacêutica e médico-hospitalar. O direito à saúde - além de
qualificar-se como direito fundamental que assiste a todas as pessoas -
representa conseqüência constitucional indissociável do direito à vida. O Poder
Público, qualquer que seja a esfera institucional de sua atuação no plano da
organização federativa brasileira, não pode mostrar-se indiferente ao problema
da saúde da população, sob pena de incidir, ainda que por censurável omissão,
em grave comportamento institucional. A INTERPRETAÇÃO DA NORMA PROGRAMÁTICA NÃO
PODE TRANSFORMÁ-LA EM PROMESSA CONSTITUCIONAL INCONSEQÜENTE. O caráter
programático da regra inscrita no art. 196 da Carta Política – que tem
por destinatários todos os entes políticos que compõem, no plano institucional,
a organização federativa do Estado brasileiro – não pode converter-se em promessa constitucional inconseqüente, sob
pena de o Poder Público, fraudando justas expectativas nele depositadas pela
coletividade, substituir, de maneira ilegítima, o cumprimento de seu
impostergável dever, por um gesto irresponsável de infidelidade governamental
ao que determina a própria Lei Fundamental do Estado. (...)” (grifo
nosso) (STF, AGRRE 271286-RS/1999, Min. Celso Mello)
ADEMAIS, O DIREITO À
VIDA NÃO PODE CONVERTER-SE EM PROMESSA CONSTITUCIONAL INCONSEQUENTE, SOB PENA
DE O PODER PÚBLICO, FRAUDANDO JUSTAS EXPECTATIVAS NELE DEPOSITADAS PELA
COLETIVIDADE, SUBSTITUIR, DE MANEIRA ILEGÍTIMA, O CUMPRIMENTO DE SEU
IMPOSTERGÁVEL DEVER, POR UM GESTO IRRESPONSÁVEL DE INFIDELIDADE GOVERNAMENTAL
AO QUE DETERMINA A PRÓPRIA LEI FUNDAMENTAL DO ESTADO.
Por
todo o até aqui exposto, não restam dúvidas de que Estado de _______________estarT,
então, legal e constitucionalmente obrigado a fornecer um serviço de saúde
integral, igualitário e eficaz para todos os seus cidadãos - onde obviamente
está incluída a internação de pacientes que dela necessitam - sob pena de ser
instado judicialmente a fazê-lo.
DO DIREITO À INDENIZAÇÃO PELO DANO MORAL SOFRIDO
A Constituição da
República Federativa do Brasil de 1988 tornou expresso o direito à honra e sua
proteção em seu artigo 5º, inciso X. Já o “caput” do artigo 186 do Código Civil
Brasileiro assim prescreve o direito a reparação pelo dano moral. Neste mesmo
sentido, o Código de Defesa do Consumidor, Lei n.º 8.078/90, assegura ao
consumidor de bens e serviços, efetiva prevenção e reparação de danos
patrimoniais e morais.
A exposição fática
demonstra amplamente que houve o dano moral, decorrente do prejuízo resultante
de uma lesão a um bem juridicamente tutelado pelo direito como bem maior e de
relevância máxima que é a VIDA, e consequentemente a saúde, a dignidade e ao
direito de ter um normal desenvolvimento físico, psicológico e moral. Assim, a
Autora, conforme análise fática acima realizada sofreu gritantes prejuízos de
ordem moral,
DOS FUNDAMENTOS DO PEDIDO DE TUTELA
PROVISÓRIA DE URGÊNCIA
Ressalte-se, o art. 300 do NCPC, que preconiza o
pedido de Tutela Antecipatória, como segue:
Art. 300. A tutela de urgência
será concedida quando houver elementos que evidenciem a probabilidade do
direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo.
§ 1o Para a concessão da tutela
de urgência, o juiz pode, conforme o caso, exigir caução real ou fidejussória
idônea para ressarcir os danos que a outra parte possa vir a sofrer, podendo a
caução ser dispensada se a parte economicamente hipossuficiente não puder
oferecê-la.
§ 3o A tutela de urgência de
natureza antecipada não será concedida quando houver perigo de
irreversibilidade dos efeitos da decisão.
Diante de tudo o que acima
se expôs, cumpre seja concedida, inaudita
altera pars, em caráter de urgência, MEDIDA LIMINAR a título de
antecipação da tutela, para determinar que o RÉU seja compelido a TRANSFERIR
A AUTORA PARA UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA - UTI DE HOSPITAL PÚBLICO OU
PARTICULAR CONVENIADO AO SUS, para poder ser tratado do quadro grave que
ora se apresenta, evidentemente visando à preservação de sua VIDA.
DOS PEDIDOS
Ex positis, requer a
Autora a Vossa Excelência que:
a)
Que seja designada AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO ou MEDIAÇÃO, conforme
previsto no art. 334 do NCPC;
b)
LIMINARMENTE,
e sem audição da parte contrária, conceder a ANTECIPAÇÃO DE TUTELA
JURISDICIONAL pleiteada, QUE O ESTADO DE _______________ seja compelido A TRANSFERIR a AUTORA PARA UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA - UTI DE
HOSPITAL PÚBLICO OU PARTICULAR CONVENIADO AO SUS, até a sua alta,
para poder ser tratado do quadro grave que ora se apresenta, evidentemente
visando à preservação de sua VIDA.
c)
Após a concessão da medida
liminar pleiteada, requer a autora a Vossa Excelência, as citações dos Réus,
para que, querendo, apresentem suas contestações no prazo legal, sob as penas
da lei.
d)
Que, em havendo
desobediência às ordens acima, fique o Estado de _______________, subordinado
a pena de multa diária a ser aplicada por V.Exa., ou a consequente conversão da
obrigação de fazer pleiteada em perdas e danos em caso de não cumprimento, em
valor a ser arbitrado por esse Juízo.
e)
Requer também a intimação do
representante do Ministério Público por ser matéria de ordem pública e pelo
fato de proteger direito de menor de idade.
f)
Ao final, julgar
inteiramente PROCEDENTE a presente AÇÃO
para que o réu seja condenado a TRANSFERIR A AUTORA PARA UMA UNIDADE
DE TERAPIA INTENSIVA - UTI DE HOSPITAL PÚBLICO OU PARTICULAR CONVENIADO AO SUS,
para poder ser tratado do quadro grave que ora se apresenta, evidentemente
visando à preservação de sua VIDA. E,
ainda, seja o Réu condenado a indenizar a AUTORA, por perdas e danos morais,
com base nos critérios de reparação e punição, de acordo com o Art. 6º, VI e
art. 14 do CDC, e/ou nos termos do art. 186 do CC, e por fim
condenando-a, também, nas custas
judiciais e honorários advocatícios, estes a base de 20% (vinte por cento),
sobre o valor da condenação ou causa.
Requer a produção de todas
as provas em direito admitidas, na amplitude dos artigos 369 e seguintes do NCPC, em especial as provas: documental,
pericial, testemunhal e depoimento pessoal da parte ré.
Dá-se à causa o valor
de R$ 10.000,00 (dez mil reais).
Nestes Termos,
Pede
e Espera Deferimento.
Local, data.
Nome do Advogado
OBSERVAÇÕES: NAS CIDADES ONDE O MÉTODO É ANTIGO (PAPEL), CORRER DESPACHAR DIRETAMENTE COM O JUIZ, NAS COMARCAS ONDE O MÉTODO É O ELETRÔNICO, APÓS PROTOCOLIZAR VIA SISTEMA ELETRÔNICO, IMPRIMA UMA CÓPIA E CORRA DESPACHAR COM O JUIZ COMPETENTE.
Outras dicas: Conseguir com o médico assistente do cliente um relatório médico detalhado e bem fundamentado requerendo a internação do paciente, com as devidas justificativas sobre o atual estado de saúde, assim como os exames recentes que corroborem com aquilo que foi dito pelo médico, a fim de que estejam presentes os requisitos da tutela antecipada, quais sejam, a verossimilhança das alegações a partir de prova inequívoca e o risco de grave lesão com o adiamento da medida que justifica a sua concessão inaudita altera parte.
– A fundamentação deve ter como base a prova inequívoca que se encontra evidenciada pelo relatório médico.
Assim, o advogado deve fundamentar no sentido de que se afigura notório o fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação diante da repercussão negativa à saúde da parte autora, em razão da doença grave já diagnosticada, dependendo do procedimento de internação na UTI para o restabelecimento da sua saúde, segundo indicação médica. (fonte: http://praticacivel.jusbrasil.com.br/artigos/272376111/6-passos-para-conseguir-uma-uti-para-seu-cliente-em-poucas-horas)
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